Chove uma chuva suave, embora intensa!
Vejo o tempo passar através da janela e ele parece não ter fim. me entrego a este tempo sem rumo, sem direção e sem medida. Quero sentir o cheiro da água que vem do chão, respirar esta brisa que acalma meu corpo, que ferve como um vulcão!
Tudo lá fora parece gritar por mim! E eu me recuso, me nego e até me revolto se insistem em me chamar. Eis a vida adulta que não me deixa descansar! Que me faz correr para lugar nenhum, ou para o lugar comum. Não, não quero nenhum dos dois. Quero o terceiro, o único, o verdadeiro, o meu lugar!
sexta-feira, 13 de abril de 2012
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